Nesta última sexta-feira, dia 11, fui repentinamente convidado para ir ao Fashion Rio [junto com o meu amigo O Chato]. Não foi um convite formal, claro – eu não sou tão importante assim -, mas algo como “venha que eu te coloco pra dentro!”. xD Algo bem trambiqueiro mesmo, pois afinal, eu não fui a um evento de moda sem ter um motivo maior; fui porque a modelo internacional Luana Martins [vulgo A Trambiqueira – sim, esta do blog] iria desfilar. Pah! [Desculpe, não consegui me conter.]
Deixemos o principal do dia para logo mais. Vamos às impressões que ficaram de tudo que foi visto por esses olhos e todo o privilégio usufruído por alguém nada acostumado com badalação.
Ao chegar, tive a leve impressão de que a segurança de lá é um tanto frágil. Ok, com a mãe d’A Trambiqueira tudo fica muito mais fácil [ela faz mágica!], mas independente disso, era fácil colocar qualquer um para dentro depois de possuir apenas um crachá além do seu - tanto que tive que fazer isso uma vez e consegui com sucesso [e sem medo]. Mas tudo certo: depois de feita a minha identificação, pude adentrar ao recinto.
Havia limpeza de pele, massagem e corte de cabelo de graça. Confesso que seria satisfatório aproveitar todos esses benefícios [só em não ter que gastar dinheiro, muito me atraiu], mas, além de ser com hora marcada, o ambiente estava dominado por mulheres com touca na cabeça, deitadas para receber os serviços, e acho que um jovem de 19 anos ali não ficaria muito legal. Em compensação, no banheiro havia creme, desodorante e outros produtos para serem usados à vontade a fim de disfarçar o mau-cheiro.
Os “comes e bebes” gratuitos foram todos degustados por minha pessoa. Infelizmente, não havia o suficiente pra matar a minha fome no momento [e ainda tinha que parecer educado na hora de me servir]. Havia somente um pãozinho recheado com algo muito bom - mas não identificado - e muitos sucos, destacando o de amora [eu nem sequer vi uma amora na minha vida], morango e kiwi. Sem contar o stand da H2OH!, o único aberto ao público menos favorecido, que servia alguns “drinks” [H2OH! misturado com alguma fruta e erva], os quais bebi umas tantas vezes. Tinha também um sorvete da Nestlé absurdamente maravilhoso para ser experimentado – eu experimentei quatro vezes.
O público era composto predominantemente por homossexuais estereotipados e mulheres lindas [em especial, uma japa abrasileirada que havia os melhores atributos das mulheres de ambos os países]. Caso olhasse para o lado, possivelmente veria sete gays, cinco mulheres bonitas, uma mulher feia e dois homens - pelo menos por fora. [Sem preconceitos; foi apenas um fato impossível de não ser notado.]
A maior surpresa e o melhor do dia foram mesmo os desfiles. Por incrível que pareça, um desfile de moda é bem legal; ele dura em média uns 15 minutos [contando as inúmeras propagandas], tem uma música muito legal de fundo, algumas modelos bonitas - outras excessivamente magras – e, por algum momento, te faz sentir importante. xD
O primeiro desfile foi bem legal, mas nada superou o momento em que avistei a saborosa modelo Luana Martins passar pela enorme passarela, no desfile da Sandpiper. Foi tão emocionante que não deu pra resistir ao grito de “Gostosa!" que saiu da minha boca assim que ela passou próximo de onde estava. Ela não deu a mínima confiança na hora, mas ela explicou após o desfile que não é famosa o suficiente para poder sorrir enquanto trabalha.
Apesar de ter visto poucos artistas [oh, que trágico!], o dia foi um escapismo para a minha vida monótona tão “agitada”. Depois tive que pegar ônibus, após muito esperá-lo, enfrentar a Av. Brasil para então chegar

