Essa semana eu vi um filme que eu verdadeiramente gosto de mais: ‘Procurando Nemo’, eu já vi esse filme umas.... Aff ! Já até perdi a conta, sei que foram muitas.Você querido leitor pode estar pensando, mas que garota retardada isso é só um desenho, mais é então que você se engana, ‘Procurando Nemo’ não é apenas um filme é a saga de um pai a procura do seu filho e com ajuda de uma inusitada nova amiga aprende muito mais do que ele poderia esperar. Por falar em esperar não esperem que este post seja uma crítica cinematográfica como faz nosso querido amigo O Idiota, será apenas alguns pensamentos que me são aflorados ao assistir este filme.Apesar de seu início melancólico a animação é repleta de humor e de personagens divertidos e apaixonantes. Marlin, o pai de Nemo, após a morte de sua esposa, torna-se super-protetor com o único filho que lhe restou, ele pensa que Nemo não consegue “se virar sozinho” por possuir uma nadadeira menor que outra. Ele pode ser a representação de muitos pais que tem medo que seus filhos vivam, ele prometeu nunca deixar nada acontecer com seu filho, porém como diz a Dori: “Se você deixar nada acontecer com ele então nada vai acontecer com ele, não vai ser legal pro Remo”. Todos precisam de liberdade para crescer e aprender mesmo que seja errando, sofrendo, chorando. Pais isso faz parte da vida e não se pode impedir ninguém de viver.


Enquanto seu pai enfrenta o seu maior medo, o mar, Nemo também aprende grandes lições no aquário, como superar suas dificuldades físicas e de nunca desistir de lutar, pois Gil, um peixe que nunca desistiu do seu sonho de voltar ao mar, vive criando planos pra torná-lo real, sempre ajudado pelos seus companheiros, uma estrela do mar, um baiacu, uma ‘peixinha’ que pensa seu reflexo é sua irmã gêmea, um viciado em bolhas e outro em limpeza e agora o Nemo que tenta escapar de ser o presente da sobrinha do dentista, uma verdadeira serial killer de peixes: “Ela nunca para de balançar o saco plástico”.
As melhores partes sempre são protagonizadas pela Dori, sua inocência e sua memória volátil, garantem riso certo. Mas apesar de tudo ela é um peixe culto, sabe lê “humaneis’ além de falar baleeis em suas diversas vertentes (orques, jubartes) corajosa e determinadas ficou com Marlim até o fim de sua jornada porque como ela mesma diz: “Quando a vida te decepciona, continue a nadar, continue a nadar, para achar a solução, nadar!”. Ajuda o peixe palhaço a descobrir a verdadeira amizade e ela mesma também descobre essa sendo uma forma de não esquecer mais.
Ahh! E não se deixem enganar, peixes palhaços não têm mais graça que os outros peixes.

